Um medo para quem já não tinha mais medo,
Não tenho medo do que vejo, do concreto...
Mas, não me venham com futuros incertos,
Não me venham com ameaças de traição.
Não me venham com este medo pelo país estar em rebelião.
Lutarei até o fim, até minhas forças aguentarem,
Mas, não venham me dizer que foi em vão.
Se um golpe está a caminho,
Me digam que é mentira ver meus amigos de direita com outra intenção.
Uma hora mandam sair e outra, se fechar,
Um nó começa a apertar,
Junto com este medo...
Medo de não mais... Acreditar.
(Juliana Priori)
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