Me mate, mas, mate devagar,
Uma morte lenta para assim me apagar.
Vão-se as lembranças,
Vão-se os desejos,
Tudo vivido agora pode morrer...
Mas, sempre devagar,
Sempre aos poucos.
Emoçoes, esperas, idas e não vindas.
O final trágico não pode ser,
Se tudo foi intenso e completo,
Estarei pronta para morrer.
Devagar e aos poucos,
A morte para mim fará sentido,
Se no último minuto,
Eu te agradecer.
(Juliana Priori)
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