De que adianta sintonia se a nossa conexão pára,
Nas verdades do tempo,
Nas, experiências passadas.
De que adianta desejo,
Nos momentos de fulgor,
No nosso fantasiado amor.
De que adiantam as divergências,
Nas atitudes mostradas,
Nas palavras faladas.
De que adianta... Forçar o gostar...
Se o coração não se entrega,
Se as conjunções não conjugam,
Se o caminhar se dispersa.
De que adianta esquecer,
O que realmente marcou,
Em nome de algo que a mente inventou.
(Juliana Priori)
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