sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Adeus a Reginaldo Rossi

Ainda lembro do dia em que entrei no elevador junto com o Reginaldo Rossi...
Eu estava indo para a casa da minha avó no bairro da Jaqueira, em Recife, e o cheiro forte dava para sentir a longa distância,
Na mão é claro... Um copo de bebida.
Quando a porta abriu eu sai com pressa, com repulsa talvez...
Naquela época eu não imaginava como no futuro eu sentiria falta...
Daquele homem cheirando a whisky, vodka ou outra bebida qualquer,
Daquelas músicas bregas que ninguém podia falar que gostava... Mas, gostávamos.
Daqueles tempos em que o amor declarado era algo difícil de se ver...
Vai ficar na saudade mas, não morrerá...
Por que está em todos que tiveram a oportunidade de presenciar suas performances...
O exagero ao extremo...
As loucuras de quem viveu com certeza... Todos os dias da sua vida!


(Juliana Priori)

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