domingo, 12 de janeiro de 2014

Elogios ocultos

Quem escreve abre a alma,
Debulhando sentimentos,
Ora tristes, ora não,
Dependendo do momento.
Quem lê sente a dor,
A alegria, e,
Muitas vezes...
Apenas a simpatia.
Machuca mais quem escreve,
Na intenção de agradar,
Do que quem lê,
E fica a desdenhar.
Quem escreve abre a alma,
Elogios não pode esperar,
De quem lê e não sente,
A mesma forma de amar.

(Juliana Priori)



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