A nuvem que acalanta,
O peito apertado de dor,
É a mesma tão branca,
Que produz o calor.
O passo certo e maneiro,
Se torna confuso no amor,
Onde não cabe o inteiro,
No meio de tanto fulgor.
Na mão aberta a espera,
Do toque amador,
Para certificar o que causa,
O perfume da flor.
(Juliana Priori)
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