Nos anos que carrego em mim,
Poucas coisas me fizeram parar.
No balanço do que se transforma,
Muitas pontes a atravessar.
No saldo, boas colheitas,
No tempo certo sem apressar.
Pararam caminhos tortos,
Que mudavam o meu esperar.
Neste final eu perdia,
O que tinha suas horas a contar.
(Juliana Priori)
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